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8 de fev de 2010

Resultados Relatório Brasil 2009

Dando prosseguimento à apresentação dos resultados do Estudo de Competitividade dos 65 Destinos Indutores, oferecemos agora uma síntese do desenvolvimento da Dimensão Atrativos Turísticos, que foi examinada sob o ponto de vista de quatro variáveis: "atrativos naturais"; "atrativos culturais"; "eventos programados"; e "realizações técnicas, científicas e artísticas".


Dimensão Atrativos Turísticos

Em relação à Dimensão Atrativos Turísticos – uma das mais importantes na determinação da competitividade de um destino –, o Relatório Brasil 2009 demonstrou que, da mesma forma que no ano anterior, grande parte dos 65 destinos está posicionada nos níveis 3 (26 destinos) e 4 (33 destinos).

Na pesquisa anterior, 30 destinos situavam- se no nível 3, e 29 no nível 4. Em uma faixa inferior, nível 2, encontram-se quatro destinos, mesmo número do ano anterior. Vale ainda destacar que dois destinos atingiram o nível mais elevado da escala, mesmo número de 2008.

É importante observar a existência de mais de um tipo de atrativo na maioria dos destinos indutores. Muitos deles possuem atrativos naturais, culturais, eventos programados e realizações técnicas, científicas e artísticas. Adicionalmente, foi observada preocupação com relação à preservação ambiental do entorno de seus atrativos em grande parte dos destinos.

No entanto, ainda são poucos os que realizam estudos de capacidade de carga para os atrativos - em especial os naturais e culturais - sendo que, dos que possuem tal estudo, nem todos o aplicam. Além disso, o estudo indicou a necessidade de adaptação dos atrativos para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.


A pontuação média nacional alcançou 59,5 pontos, situando-se no nível 3. Nessa dimensão também observou-se evolução satisfatória em relação à pesquisa anterior, quando a média foi de 58,2 pontos. As não capitais, com 60,2 pontos, registraram um resultado pouco superior ao das capitais, cuja média foi de 58,5. No ano anterior as não capitais obtiveram média 59,3 contra 56,6 pontos das capitais.

A análise por região mostra que duas delas obtiveram média acima da nacional, enquadrando-se no nível 4: Sudeste (63,8 pontos) e Sul (63,2). Já as regiões Centro-Oeste (59,5), Nordeste (57,8) e Norte (55,0 pontos) posicionaram-se nível 3.



Sempre lembrando que os resultados das análises realizadas sobre as dimensões do Estudo consideram cinco níveis de competitividade, numa escala de 0 a 100.

Primeiro Nível (0 a 20 pontos) – refere-se ao intervalo em que os destinos apresentam deficiência em relação à determinada dimensão.

Segundo Nível (21 a 40 pontos) – apesar de expor uma situação mais favorável do que o anterior, ainda evidencia condição inadequada para a competitividade de um destino.

Terceiro Nível (41 a 60 pontos) – configura situação regularmente satisfatória.

Quarto Nível (61 a 80 pontos) – revela a existência de condições adequadas para a atividade turística, considerado o padrão mínimo de qualidade.

Quinto Nível – corresponde ao melhor posicionamento que um destino pode alcançar (81 a 100 pontos).

Fonte: Relatório Brasil 2009

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